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Novos conselheiros tutelares tomam posse em Barra Mansa

Publicado: Sexta, 10 de Janeiro de 2020, 20h19 | Última atualização em Sexta, 10 de Janeiro de 2020, 20h19

Titulares e suplentes atuarão pelos próximos quatro anos no cumprimento dos direitos das crianças e dos adolescentes

 

O prefeito de Barra Mansa Rodrigo Drable recebeu em seu gabinete na manhã desta sexta-feira (10), os cinco novos conselheiros tutelares eleitos por voto popular, para realizar a posse que permitirá a atuação deles nos próximos quatro anos (2020-2023). 

Participaram do encontro a vice-prefeita Fátima Lima, a secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, Ruth Coutinho, a Ruthinha, o presidente do Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Ivan Alves da Cunha, a coordenadora da Casa dos Conselhos, Silvia Ribeiro, o vereador José Renato de Oliveira, o Renatinho, e os conselheiros tutelares do quadriênio anterior.

Durante a posse, o prefeito Rodrigo Drable desejou sucesso aos conselheiros tutelares e lembrou a importância do trabalho a ser realizado. “É uma missão árdua quando feita com afinco, com determinação, conforme deve ser feito. Me coloco à disposição de vocês”, informou o prefeito.

A secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, Ruth Coutinho parabenizou e lembrou que a Pasta está disponível para fortalecer o trabalho dos conselheiros. “Quero lembrar a importância social que o Conselho Tutelar tem para Barra Mansa, na questão de resguardar o direito da criança de do adolescente, e para isso iremos continuar trabalhando integrados, trocando o apoio, pensando no bem da cidade”, disse Ruthinha.

O presidente do Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente, Ivan Alves da Cunha, reforçou a necessidade de unir forças entre os conselheiros tutelares e o CMDCA. “Entendemos a necessidade de realizarmos um trabalho próximo ao Conselho Tutelar como já tem sido feito, mas reafirmamos esse compromisso de estarmos mais unidos para poder apoiá-los, capacitá-los, para construirmos juntos um serviço melhor de cuidado com as nossas crianças e adolescentes”, lembrou Ivan Alves.

Foram empossados Paola Sapede Silvério, Denilson Rosa de Paula, Joana D’arc Gonçalves Barbosa, Carina Baia de Almeida e Isabela Cristina de Carvalho Barbosa. Além dos titulares, cinco suplentes compõem o conselho. São eles: Sandra Maria de Carvalho Cunha, Marinilda da Silva Lopes, Patrícia Maria da Silva Santos Costa, Patrícia Palmeira Nascimento e Luciana de Oliveira Souza.

Os conselheiros empossados passaram por capacitação em dezembro, para estarem aptos a exercer a função, que é zelar pelos direitos das crianças e dos adolescentes, bem como acompanhar os menores em situação de risco e decidir, em conjunto, medidas de proteção. 

O próximo passo é o encontro dos conselheiros tutelares para debaterem e se aprofundarem no regimento interno do Conselho Tutelar, definido pela Lei N° 3946 de 21 de março de 2011 e Lei Nº 4364 de 07 de novembro de 2014, como também definir o titular e o suplente que representarão os membros nas reuniões com o Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente.

 

Casa Azul

No encontro, Rodrigo Drable solicitou o apoio do CMDCA e dos conselheiros tutelares para utilizar parte do Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente para o fortalecimento da Casa Azul. “Não existe recurso específico para a Casa Azul, precisamos fazer com recursos próprios e o Fundo da Criança e Adolescente serve para isso. Peço aos conselhos, a Câmara Municipal e a sociedade civil que proponha uma forma de executarmos o recurso. Juntos conseguiremos fazer uma Casa Azul exemplar no interior do estado, assim vamos atender de forma significativa uma parcela que precisa, que são os autistas, com serviços de excelência e referência. O Conselho da Criança e do Adolescente é fundamental para esse desenvolvimento”, explicou Rodrigo Drable. 

A proposta será avaliada e discutida em uma próxima reunião. O local da Casa Azul já foi definido e funcionará no bairro Colônia Santo Antônio, no antigo Clube dos Sargentos. O local possui a estrutura e as características necessárias para atender as crianças autistas, com silêncio e área verde. “A Casa Azul não é só uma clínica, mas sim uma escola. Ela é um ambiente propício ao desenvolvimento de habilidades e atendimento específico”, pontuou o prefeito.

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