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Barra Mansa intensifica o combate a dengue

Publicado: Sexta, 03 de Janeiro de 2020, 17h19 | Última atualização em Sexta, 03 de Janeiro de 2020, 17h19

Prefeitura inicia 2020 com foco nas ações para reduzir a proliferação do mosquito

 

Nesta época do ano ocorrem muitas chuvas e aliadas ao calor do verão, o clima fica propício a reprodução do Aedes Aegypti, o mosquito da dengue, febre chikungunya e zika vírus. A Prefeitura de Barra Mansa, através da Secretaria de Saúde e por meio do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental, está percorrendo os bairros do município promovendo a visita dos agentes de combate e endemias às residências. Durante a iniciativa, são analisadas a existência de focos para a evolução do mosquito.

O município registrou em 2019 um total de 346 casos notificados de dengue, sendo 11 confirmados, 88 descartados e 247 aguardando o resultado. Sobre a chikungunya são 73 casos confirmados, nove descartados e 104 aguardando o resultado e para o zika vírus não houve casos notificados, segundo o último levantamento realizado pelo setor de Epidemiologia.

De acordo com o coordenador da Vigilância em Saúde Ambiental, Antônio Marcos Rodrigues, os trabalhos foram retomados nesta quinta-feira (2) e serão intensos durante todo o período de maior proliferação do vetor. “O fortalecimento dos trabalhos visa este período de calor e chuvas. Estamos atuando para diminuir ao máximo a quantidade de focos e, consequentemente termos menos mosquito adulto. Todas as equipes estão em campo, realizando os serviços preventivos e de orientação ao morador”, informou Antônio.  

O coordenador ressaltou ainda a importância de a população estar atenta nos detalhes para evitar doenças. “Esta temporada onde chove e no mesmo dia o sol esquenta aumenta a proliferação do Aedes e é de suma importância verificar as condições para que ele não se propague. Muitas residências, terrenos baldios, podem ser localidades facilitadoras para a evolução do mosquito. Necessário sempre uma atenção as caixas d´água, ralos, garrafas pets, entre outros recipientes que favorecem o acúmulo de água parada”, frisou.

Atualmente, o Departamento conta com oitenta agentes em campo unindo as áreas da Zoonoses e de Vigilância Ambiental. O efetivo que atua em todos os setores, incluindo leishmaniose, laboratórios e demais possui aproximadamente 100 funcionários.

 

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